Ferramentas Ergonômicas? Para quê?

O Canal Ergonomia da Atividade tem novidades! Estamos iniciando um novo quadro, chamado “DESCONSTRUINDO O TRABALHO”, que convida o público a fazer uma reflexão crítica sobre temas diversos relacionados ao trabalho humano. Provocador, esse novo quadro faz uma discussão por vezes ácida, mas ao mesmo tempo bem humorada, mostrando os próprios erros (alguns propositais, outros nem tanto) na produção das cenas.

Há algumas semanas você viu um vídeo com o funcionamento das ferramentas Reba, Rula, Owas, Ocra, Moore & Garg e Niosh (se não viu veja aqui!). Neste 1o episódio do Descontruindo o Trabalho, fazemos uma crítica à essas ferramentas através do “Ferramentas Ergonômicas? Para quê?”.

A apresentação é de Raoni Rocha, Mestre e Doutor em Ergonomia/ Organização do Trabalho, e Professor da UNIFEI-Itabira. A direção e edição é de Gustavo Dantas e a arte é de Guilherme Lage, ambos formandos em Engenharia de Saúde e Segurança e produtores de mídia digital acadêmica.

Confira aqui alguns dos trabalhos citados no vídeo:
1) Artigo “Análise dos instrumentos utilizados para a avaliação do risco da ocorrência dos D.O.R.T/L.E.R

2) Artigo “Avaliação do risco de LMEMSLT: aplicação dos métodos RULA e SI

3) Artigo “Kronos

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Assista também:

10 comentários

  1. Parabéns Raoni!!
    Em tempos do e-social e com tantos oportunistas vendendo as ferramentas como solução “método”, é bom ouvir profissionais compartilhando e falando da essência da ergonomia, que por meio da análise da atividade busca compreender e transformar o trabalho.
    Vicê não pegou pesado!!😃😃

    Curtido por 1 pessoa

  2. Eu já havia visto esse vídeo, mas não deixei comentário. Não vejo hora mais propícia para isso que agora. Primeiramente por ser um defensor da análise da atividade para entender o trabalho, e isso aprendi com os melhores (Chico, Chicão, Laerte, Daniellou e cia ltda. rs). Segundamente, que, me desculpem os fisioterapeutas (qual nicho faço parte por formação), mas para ser ergonomista é preciso pensar. Vejo muitos fisioterapeutas do trabalho se entitulando ergonomistas, cursinhos formando “ergonomistas” e outros absurdos mais com a especialização, que deveria ser uma profissão (com CBO e tudo mais que tem direito, inclusivre obrigatório para os SESMT da vida, penso eu). Me lembro do dia em que fui a uma empresa participar de um processo seletivo, e por não indicar ferramentas, e sim, outros tipos de soluções para curto, médio e longo prazo, fui “diagnosticado” como pensar diferente. Que triste, né!? Sim e não, pois me livrei de um trabalho mecanizado que não quer saber a real situação de trabalho dos seus. Agora, com modificacões no eSocial, muitos vendedores de ferramentas, devem estar sem dormir direito, já que a vaca leiteira kbô, ao menos é o que parece. Cabe a nós, fomentar a ergonomia da atividade, o compreender para transformar e torcer para que ainda tenhamos futuro.

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