“E quando a inovação para prevenção de danos à saúde traz problemas?” – Renata Wey

Este segundo artigo do SOB MEDIDA é de Renata Wey, Doutora em Engenharia de Produção/ Gestão da inovação pela COPPE/UFRJ e PhD em Antropologia e Sociologia pela Université Lumière Lyon II. No texto, através de um exemplo real numa empresa de beneficiamento de granito, a autora discorre sobre a questão que da titulo ao texto: e quando a inovação para prevenção de danos à saúde traz problemas?

Veja a resposta da autora sobre essa questão, lendo o texto aqui!

*Essa é a sessão “Sob Medida”, onde artigos são escritos exclusivamente para o BLOG Ergonomia da Atividade, por pesquisadores das diversas áreas do trabalho no Brasil. Os textos vem acompanhados de charges também exclusivas, roteirizadas por nossa equipe e ilustradas por Thomas Odon, feitas sob medida de acordo com o conteúdo da escrita elaborado pelo autor.

2 comentários

  1. Sabemos que a introdução de novas tecnologias que buscam reduzir agravos e adoecimentos podem levar a novos riscos e mudar o perfil de acidentogênese (ver o caso da Lâmpada de Davy nas minas de carvão inglesas e ocaso da introdução do “scaler” no abatimento de rochas instáveis em mineração subterrênea). Fica claro que, se não houver mudanças no sistema de gerenciamento de produção, as inovações tecnológicas podem levar a um maior custo cognitivo para os trabalhadores se não forem seguidas de mudanças na gestão do trabalho.

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